Entrevista para o Jornal do Commercio de Pernambuco

Autor: Edson Carlos de Oliveira
Fabiana Moraes – Que valores são defendidos pelo grupo que mantém o blog? Livre-mercado, moral, família, religião? Para vocês, em que momento nacional estes valores estiveram mais presentes e foram defendidos e como estes mesmos valores encontram-se na sociedade brasileira atual?

Edson Carlos de Oliveira: Somos Católicos, Apostólicos, Romanos e defendemos os valores do catolicismo no campo sócio-político, embora não tenhamos nenhum mandato especial da Hierarquia católica. Nosso blog “Sou Conservador Sim, e daí?” é pessoal e não depende de nenhuma autoridade eclesiástica. A moral católica aplicada ao campo temporal, a defesa da família tradicional, a propriedade privada e a livre-iniciativa são temas que abordamos procurando sempre ser fiéis ao Magistério tradicional da Igreja. Buscamos inspiração no grande pensador e líder católico do século XX, de fama internacional, Plinio Corrêa de Oliveira.

Embora não destituída de falhas, consideramos, com o Papa Leão XIII, que a Idade Média – vista, é claro, sem os exageros e deturpações de certa historiografia moderna anticatólica – foi a época histórica em que a influência dos ensinamentos da Igreja mais se concretizou na vida social dos povos. Há livros publicados, mesmo recentemente, sobre o tema e posso lhe enviar algumas referências bibliográficas se achar necessário. Cito apenas uma obra, da famosa historiadora francesa Régine Pernoud, intitulada Lumière du Moyen Age.

Considero o Brasil um país ainda muito mais conservador do que a mídia costuma apresentar. Uma pesquisa do DataFolha, em 2008,revelou que os temas mais importantes para os jovens brasileiros são, entre outros, a família (99%), o casamento (72%) e a religião (81%). 72% são contra a maconha. Apenas 1% dos jovens se dizem ateus, e 10% declaram não ter religião.

No ano passado, outra pesquisa do DataFolha revelou que 37% dos entrevistados se dizem de direita e só 20% de esquerda.

Fabiana Moraes – Há vários meses as redes sociais têm explicitado várias demonstrações de preconceito (racial, de origem, de orientação sexual, etc). Uma crítica que se faz é que tais falas têm origem conservadora. Como vocês relacionam preconceito e conservadorismo?

Edson Carlos de Oliveira: Correntes de esquerda promovem nas universidades uma ojeriza à nossa ascendência portuguesa, especialmente por causa da influência católica trazida pelos descobridores do país, e ainda acusam os conservadores de “preconceito por origem”! A esquerda incentiva a criação de “cotas raciais” que discriminam estudantes pela cor da pele, e são os conservadores a causa do “preconceito racial”? Esquerdistas e progressistas querem impor leis que colocam cidadãos homossexuais acima dos heterossexuais, concedendo-lhes privilégios como se fossem uma casta intocável, e os discriminadores são os conservadores?

Mais do que defender o homossexual contra possíveis discriminações, o objetivo de certos projetos de leis é criminalizar o povo brasileiro pelas discordâncias em relação à prática do homossexualismo, sobretudo quando tais discordâncias se baseiam em convicções religiosas.

O PLC 122, por exemplo, é uma lei de perseguição religiosa disfarçada que se quer introduzir no Brasil. Cadeia para o sacerdote que propagar as condenações bíblicas ao homossexualismo; cadeia para os pais que defenderem seus filhos das pregações homossexuais de certos professores ou de certos livros; cadeia para a mãe de família que não aceitar uma empregada ostensivamente lésbica; cadeia, enfim, para todo brasileiro que defender a livre manifestação de opiniões no caso de passeatas ou outras exibições homossexuais.

Se o PLC 122 for aprovado, o que farei eu, então cidadão de segunda classe, se me sentir agredido por algum filme rejeitável que caricaturize Nosso Senhor Jesus Cristo como homossexual? Não poderei protestar legal e pacificamente só para não ser acusado de ser “preconceituoso”?

Fabiana Moraes – Quais as críticas do grupo a ações como a legalização da união homoafetiva pelo STF?

Edson Carlos de Oliveira: Em se tratando da posição assumida pelo STF, nós, do blog Sou Conservador Sim, e daí?, fazemos referência ao artigo de Percival Puggina, “O AI-5 do Supremo”, publicado no jornal Zero Hora de Porto Alegre (22/5/2011), no qual se lê que o Congresso brasileiro já deliberou três vezes sobre a questão de reconhecer as uniões homossexuais como “entidade familiar” e sempre deixou claro que “entidade familiar” é a formada por homem e mulher.

Nas discussões do texto constitucional de 1988, sempre conforme a colaboração de Puggina, o termo “entre o homem e a mulher” foi colocado exatamente para dirimir a ambiguidade que o artigo sobre “entidade familiar” pudesse gerar.

Ademais, o abalizado constitucionalista Ives Gandra Martins tem repetido em entrevistas e artigos que o STF não só é incompetente para legislar, tarefa que compete ao Congresso Nacional, como ainda atropelou a Constituição Federal nesse ponto sobre o verdadeiro conceito de entidade familiar.

Portanto, o STF não cumpriu sua missão de proteger a Constituição, mas, ao invés disso, avocou para si uma função que não lhe pertence: legislar. E isto sem qualquer consulta ao povo brasileiro. Basta passar os olhos nas cartas de leitores dos jornais para se dar conta de como o STF contundiu profundamente a população com sua inusitada e indevida decisão.

Fabiana Moraes – O Tea Party é inspiração para o grupo Trilha de Tiradentes. Como aquele movimento orienta, politicamente, também vocês?

Edson Carlos de Oliveira: Desconheço o mencionado grupo Trilha de Tiradentes. Sobre o Tea Party, só temos conhecimento dele pelos jornais. Trata-se de um movimento que surgiu nos EUA posterior ao início dos trabalhos no nosso blog. Não temos nenhuma relação com ele e muito menos nos orientamos por esse movimento.

Sacerdote denuncia o perigos da religião universal proposta pela ONU

SÃO PAULO, 05 Nov. 11 / 02:50 pm (ACI)

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com aACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (…) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém… que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (…). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor”.

“O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas”, afirmou também Boff.

Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.

 

 

Como o Gramscismo está obstinado na destruição dos princípios basilares da Nação brasileira

Implementação gradativa e imperceptível na sociedade brasileira

GRAMSCISMO foi uma alternativa proposta por Antônio Gramsci, fundador e dirigente do Partido Comunista Italiano, no período de 1921 a 1937. Ele percebeu que o ataque frontal ao Estado, de modo violento, conduzido pela Rússia com sucesso em 1917, não funcionara em tentativas subseqüentes na Alemanha, Polônia, Hungria, Bulgária e Estônia. Por que isso acontecera?

Sob a ótica de Gramsci, a Rússia na ocasião tinha uma sociedade frágil que não ofereceu respaldo ao Estado Czarista, ao passo que nos países acima, que personalizavam sociedades de capitalismo desenvolvido, aqueles Estados foram resguardados por verdadeiras trincheiras, as forças-vivas da Nação.

E quais foram essas FORÇAS-VIVAS  e com atacá-las ?

As Forças Armadas, o Aparelho Policial, os Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), o Ministério Público, osPartidos Políticos, a Mídia, o Sistema Econômico Capitalista, o Sistema de Ensino, a Família, a Igreja e outras.

Gramsci raciocinou que, se essas trincheiras fossem dominadas e acatassem a causa marxista, o Estado não mais contaria com a proteção daquelas e cairia pela ação revolucionária sem oferecer efetiva resistência.

A partir de 1991, vários Movimentos Comunistas locais adotaram a postura Gramscista e um deles foi o do BRASIL.

E quem abraçou essa técnica, modificando seu estilo truculento, foi o marxista Partido dos Trabalhadores (PT), que chegou ao poder em 2003.

Para provar que o PT, na atualidade, age como previsto por Gramsci e quer implantar a ideologia marxista, observe abaixo como ele está anulando as Forças-Vivas da Nação brasileira, sem que ninguém perceba:

  • Poder Executivo – ocupado por ferrenhos comunistas, antigos  guerrilheiros, assaltantes de bancos e seqüestradores;
  • Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público – sob constantes ameaças de neutralização, vindas do Governo;
  • Partidos Políticos democráticos – sob o risco de real extinção, face ao crescimento hegemônico do PT decorrente das contribuições de cerca de 200.000 funcionários implantados pelo Partido, e a compra da lealdade de seus  parlamentares, como mostra o mensalão e outros tipos de aliciamento, em meio à corrupção generalizada do PT.
  • Mídia (TV, Jornais, Rádios, revistas, etc) – além de alvo prioritário do MCI, que a domina, tem a parcela democrática opositora intimidada por ações cerceadoras, como a atual deliberação da Conferência Nacional de Comunicação, de exercer a censura e o controle dos meios de comunicação;
  • Forças Armadas – tradicionalmente anticomunistas, tiveram seus Ministérios suprimidos e submeteram-se ao Ministério da Defesa, chefiado por elementos fiéis ao Governo do PT; no evento dos controladores de vôo amotinados, sentiram ameaçadas sua hierarquia e disciplina pelo próprio Governo.
  • Polícias Militares – desmoralizadas pela criação, pelo Governo, de sindicatos de Cabos e Soldados na Corporação, o que acarretou a quebra de sua hierarquia e disciplina;
  • Sistema Capitalista – empresários nacionais esmagados por alta taxa de juros e carga tributária exorbitante;
  • Sistema de Ensino – alvo de eficaz doutrinação marxista;
  • Família brasileira – em vias de desintegração, pela ação da mídia perversa e tendenciosa; população urbana perplexa e apavorada pelo banditismo facilitado pela falta de policiamento e a rural acuada pelo clima de terror gerado pelo MST, este patrocinado e financiado pelo PT e embrião do futuro Exército Popular Revolucionário; povo na miséria, sem emprego e com salários vis, como nos regimes comunistas. A destruição da família é um dos objetivos, pois assim uma sociedade torna-se desintegrada, sem princípios, sem ética, sem moralidade.
  • Igreja Cristãs – atacada em sua inflexibilidade doutrinária (homossexuais, aborto, natalidade, indissolubilidade do matrimônio), a fim de desmoralizá-lá.

 

O conceito de sociedade nacional está sendo substituído pelo de ´sociedade civil`. A comunidade como conjunto das pessoas interdependentes, com sentimentos e interesses comuns, passa a ser o espaço das classes em oposição. Embora não seja aparente, é a cena da luta de classes.”

“Além destes exemplos, há muitas outras ´superações` do senso comum, menos evidentes (mas visíveis e apontados) porque o ´antes` e o ´depois` já estão muito afastados no tempo e porque já estão integrados, intelectual e moralmente, principalmente no senso comum dos mais jovens da sociedade:

– A personalidade popular como protagonista da história nacional em substituição ao vulto histórico, apresentado como opressor, representante das classes dominantes e criação da ´história oficial`.

– A história ´revisada` (na interpretação marxista) que substitui a História Pátria ´oficial` (´invenção` do grupo dominante).

– A união conjugal episódica ou temporária e de pessoas do mesmo sexo em substituição à família estável e célula básica da sociedade.

– Ecletismo religioso em substituição ao compromisso e fidelidade aos princípios religiosos de opção.

– Moral laica e utilitária em substituição à moral cristã e à tradição ética ocidental.

– Discriminação racial, dita como sutil e disfarçada e como realidade que desmente a crença ´burguesa ultrapassada` de tolerância e de sociedade multirracial e miscigenada. Este conceito recente é interessante porque se tornou senso comum apesar de todas as ostensivas evidências de que é falso; resultado da ´orquestração` (afirmação repetida).

– O preconceito, como qualidade que estigmatiza as pessoas conservadoras ou discordantes de certas atitudes e comportamentos permissivos ou tolerantes.

– A informalidade em substituição à convenção e à norma social que pressupõe vinculação institucional e à tradição.

– A moralidade substituindo a ética tradicional que se diz sufocar a felicidade e a liberdade individuais.

– Os direitos humanos como proteção ao criminoso comum (identificado como vítima da sociedade burguesa) e indiferente à vítima real (identificada geralmente como burguês privilegiado).

– ´Satanização` do ´bandido de colarinho branco`, identificado como burguês corrupto e fraudador do povo.

– A opinião pública como critério de verdade maior que os valores morais tradicionais e a própria lógica, quando inconvenientes.

– A mudança como valor superior à conservação.

– A ecologia como projeto superior ao desenvolvimento econômico (´especulação` capitalista burguesa) e social. A organização popular (aparelho privado não-estatal, ´eticamente` superior ao organismo estatal burguês.”

Os principais meios de difusão dos conceitos do novo senso comum são os órgãos de comunicação social, a manifestação artística, em particular o teatro e a novela, a cátedra acadêmica e o magistério em geral. A eles se soma a atividade editorial, com menor alcance social.”

“É preciso acrescentar que nem toda mudança do senso comum resulta de uma atuação intencional e direta destes intelectuais orgânicos. Algumas transformações são decorrentes de uma evolução social natural. O projeto gramsciano de superação do senso comum, porém, é efetivamente um elemento desencadeador do fenômeno em cadeia, criando um clima de mudanças naturalmente estimulador que elimina a estabilidade dos valores e conceitos da sociedade, enfraquecendo suas convicções culturais e sua resistência a certos projetos políticos socializantes.”

Neutralização das ´Trincheiras` da Burguesia

“De um modo superficial, mas apoiados nas indicações de Gramsci, podemos reconhecer as ´trincheiras` do grupo dominante, da burguesia brasileira, indentificando-as no conjunto das organizações estatais, da sociedade política e das organizações privadas da sociedade civil. Indicamos apenas algumas das mais significativas:

– O Judiciário;

– O Congresso;

– O Executivo (Governo);

– Os Partidos Políticos Burgueses;

– As Forças Armadas;

– O Aparelho Policial;

– A Igreja católica;

– O Sistema Econômico Capitalista.”

“A neutralização, se possível a eliminação destas ´trincheiras`, é predominantemente uma guerra psicológica (mas não só esta) visando a atingi-las e miná-las […], por meio do:

– Enfraquecimento, pela desmoralização, desarticulação e perda de base social, política, legal e da opinião pública;

– Esvaziamento, pelo isolamento da sociedade, perda de prestígio social, perda de funções orgânicas, comprometimento ético (´denuncismo`), quebra de coesão interna, ´dissidência interna`;

– Constrangimento e inibição por meio do ´patrulhamento`, penetração ideológica, infiltração de intelectuais orgânicos.”

Resumo das idéias-força (objetivos) da penetração cultural e os temas explorados para realizá-las: