Análise do Blog – O bárbaro crime cometido pelo jovem norueguês Anders Behring Breivik, contra membros do petismo de seu país, teve, segundo ele, motivos pelos quais ele inclui o Brasil como exemplo de resultado negativo: “A razão da nossa preocupação e oposição deve-se ao fato de que a imigração massiva, a mistura racial e a adoção por não europeus são uma ameaça à unidade da nossa tribo (…). Primeiramente, um país que tem culturas competitivas vai se dilacerar ou vai acabar como um país disfuncional, como o Brasil e outros países” – deixou escrito Breivik.  Louco ou fanático, o moço tocou numa ferida real. É histórico que a cultura esquerdista transforma a cultura tradicional, e entre diferentes efeitos, faz com que as mulheres sejam transformadas em homens para o trabalho, tendo como motivo o direito à “igualdade”. Essa teoria nascida na fanática mente de Hengels (parceiro de Marx na fundação da doutrina comunista), é considerada direito e igualdade porque as mulheres podem (e devem) ser como os homens – for disso seria discriminação. Na verdade mais profunda, essa igualdade é uma loucura. Os direitos da mulher não devem destruir sua feminilidade e muito menos sua missão de “sócia de Deus” na criação, multiplicação e educação da raça humana. Mulheres “macho sim senhor” deformam a sociedade, destroem a família e como mostra o presente estudo, pode, a longo prazo, destruir a humanidade, visto que um mundo só de machos, ainda que todos os STFs do mundo considerem que o casamento(sic) deles seja válido segundo a lei, é estéril por natureza, não gera filhos, e isso nem é questão religiosa, mas científica, antropológica. A China está se tornando a potência econômica porque é populosa (e claro, depois que libertou sua economia do comunismo). O Japão, do tamanho de Alagoas, tem tantos japoneses quanto o imenso Brasil e deriva daí fator importante para ser, depois da falência em 1945, o segundo país mais desenvolvido do mundo. Mas infelizmente, enquanto a Europa se livra desse idiota esquerdismo, a América do Sul volta aos anos 60 e elege novos Castros que castram o crescimento populacional, castram a liberdade e o futuro de qualquer país – Cuba que o diga.


A MATÉRIA

Você, pobre leitora que não consegue namorado, pode comemorar, porque tempos melhores vêm por aí.

De acordo com um estudo elaborado pela ONU, as mulheres serão artigo de luxo e ficarão cada vez mais disputadas porque –pasmem– entrarão em extinção.

O estudo, reproduzido na “Economist”, diz que as mulheres não terão filhas suficientes para substitui-las, a não ser que as taxas de fertilidade mudem radicalmente nos 83 países e territórios pesquisados.

Em Hong Kong, por exemplo, um grupo de mil mulheres daria à luz 547 meninas com as taxas de fertilidade atuais. Essas 547 meninas dariam origem a apenas 299 crianças do sexo feminino e assim por diante.

Nos cálculos da “Economist”, que levou em conta também a idade média em que as mulheres têm filhos em cada país, em 25 gerações a população feminina do país passará de 3,75 milhões para apenas uma, que nascerá no ano 2.798.

Pelos mesmos cálculos, países como Japão, Alemanha, Rússia, Itália e Espanha não verão o próximo milênio.

Mas, calma, dos países pesquisados, o Brasil é o que está na melhor situação.

Por aqui, a última mulher só vai nascer por volta do ano 5.000.

Fonte: Folha UOL SP

23/08/2011 – 18h54