Publicamos esta foto de um “antes e depois” da capa da revista VEJA e um dos comentários foi este: “de um lado vejo três homens, e do outro uma mulher. Estou enganado?”

Eis o que as ideologias contrárias ao plano de Deus conseguiram fazer: colocar como modelo para o sexo feminino uma imagem de mulher que parece uma caricatura do homem.

Não estamos julgando as intenções e histórias destas três mulheres especificamente, que provavelmente são também vítimas deste sistema, e sim querendo ressaltar como a imagem da “mulher de sucesso” que impera hoje na mídia implica numa forte e forçada masculinização para as mulheres.

Quando vemos tantos elogios a mulheres que “chegaram ao topo da carreira profissional”, mas não vemos a mesmo ênfase para as mulheres que decidiram ser esposas e mães em tempo integral é hora de nos questionarmos se estamos vivendo a cartilha comunista ou o plano divino.

A cartilha comunista pode ser resumida por este trecho do livro do companheiro de Marx, F. Engels :

“A libertação da mulher exige, como primeira condição, a reincorporação de todo o sexo feminino à indústria social, o que, por sua vez, requer a supressão da família individual enquanto unidade econômica da sociedade(…). A economia doméstica converter-se-á em indústria social. O trato e a educação das crianças tornar-se-ão público; a sociedade cuidará, com o mesmo empenho, de todos os filhos, sejam legítimos ou naturais. Desaparecerá, assim, o temor das “conseqüências”, que é hoje o mais importante motivo social tanto do ponto de vista moral como do ponto de vista econômico – que impede uma jovem solteira de se entregar livremente ao homem que ama. Não bastará isso para que se desenvolvam, progressivamente, relações sexuais mais livres, e também para que a opinião pública se torne menos rigorosa quanto à honra das virgens e à desonra das mulheres?”[1]

Um dos meus sobrinhos, vendo a capa disse: “não sabia que a tia Lú estava tão importante… saindo na capa da Veja”. A resposta foi rápida, depois de ter explicado a intenção da imagem: “a tia Lú é muito importante, não por ter saído na capa da revista, mas por ter escolhido ser esposa e mãe por completo”!