Blog do Cléo: A Europa passa por dificuldades típicas de terceiro mundo, respeitada a diferença de qualidade de vida entre esses dois tipos de países. Já a Grécia sim, quebrou de fato. Sua dívida vai exigir sacrifício da população por cerca de 30 anos. Isso é fruto do socialismo que virou moda nos aos 90 e dirigiu estas nações com a teoria comunistóide de que o “estado é a grande vaca leiteira que a todos tudo dá”. No Brasil esse índice de quem não quer emprego é ajudado pela pseudo ocupação  nas milhares de Ongs esquerdistas – grande fonte de corrupção e mordomia à custa dos nossos impostos. Outro grupo está nos filhos de classe média que não têm natureza empreendedora e preferem estudar para um concurso que os mofará por 30 anos em funções que normalmente abominam e estressam. E há outro dado: na Inglaterra, há poucos anos o Parlamento aprovou uma lei dando poderes aos pais de cobrarem pensão dos filhos que não querem sair de casa – ou seja, assumirem sua vida adulta e cuidar do seu futuro por conta própria. Nesse contingente de quem não trabalha nem quer emprego, deve ter muito jovem nessa faixa etária que prefere a vida boa ou insossa que a casa dos pais proporciona. Aguardemos os dados de dezembro, quando o IBGE vai informar as principais causas do crescimento dessa classe, visto que no último ano ela aumentou em 100 mil desocupados a cada mês; o que é ruim para o PIB e principalmente para a maturidade dos cidadãos da faixa entre 20 e 30 anos.

 

Segundo o IBGE, aumento da inatividade explica queda da taxa de desemprego para mínima histórica

RIO – A redução na taxa de desemprego na passagem de outubro para novembro foi causada pela migração de indivíduos para a inatividade e não pela geração de postos de trabalho, apontou a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

taxa de desemprego em novembro atingiu a mínima histórica e ficou em 4,6%.

“O que a gente vê aqui é a redução da desocupação em função do aumento da inatividade. Então não houve aumento do número de postos de trabalho. O que houve foi aumento das pessoas que passaram para a inatividade”, ressaltou Cimar Azeredo, gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O aumento expressivo na inatividade registrado em novembro é explicado pelo crescimento da faixa da população que não trabalha nem quer ter um emprego, segundo o IBGE. O fenômeno já tinha sido observado no mês anterior.

Na pesquisa, o número de pessoas que não trabalham nem queriam trabalhar passou de 16,725 milhões em outubro para 16,851 milhões em novembro. Em novembro de 2012, esse contingente de pessoas totalizava 15,880 milhões.

Entre as possíveis explicações para o aumento do desinteresse pela busca de emprego estão ajustes já feitos para trabalhos temporários a partir de dezembro, ou o aumento do rendimento, que proporciona a jovens, mulheres e idosos não precisarem mais trabalhar para complementar a renda familiar.

“Há migração no contingente de desocupados para a inatividade. O motivo dessa migração a gente só vai ter quando tivermos os dados de dezembro”, insistiu Cimar Azeredo, gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O número de pessoas consideradas em desalento – aquelas que desistiram de procurar emprego porque acham que não vão conseguir – dobrou na passagem de outubro para novembro. No entanto, o número ainda é bastante reduzido: em outubro, havia 3 mil pessoas em situação de desalento, enquanto em novembro esse número passou para 6 mil pessoas. “Esse número é tão pequeno, não é significativo”, ressaltou Azeredo.

Em novembro de 2012, os desalentados somavam 10 mil indivíduos. “O número de desalentados é volátil demais, num mês dá 6 mil, no outro pode passar para 12 mil”, alertou o pesquisador.

 

Fonte: Estadão/Economia