Análise do Blog -Ufa!… finalmente um país olha além da pressão da ONU e da  mídia aprova uma lei que protege as crianças da nefasta imagem de pessoas do mesmo sexo sarrando em público. Ser contra estas atitudes não é ser homofóbico. Também condeno e tento apartar as brigas corporais que vi, assim como abomino pessoas se drogando em público, ou travestis semi nus as esquinas das cidades.  Respeitar diferenças não é pactuar, engolir, apoiá-las e muito menos como a agenda comunistóide de Obama a Dilma obriga, estimular o homossexualismo defendendo a cultura do gênero. Creio que não gostar destas cenas em público é ser civilizado. Proteger as crianças da influência homossexual é a justificativa principal da nova lei russa, logo o país que mais comunista foi em todos os tempos. Este blog, seguindo a sabedoria católica que ensina “odiar o pecado e amar o pecador’, aprova esta lei e trata sempre deste assunto, confira aqui: http://blogdocleo.com.br/page/2?s=homossexualismo

A Notícia –Parlamento da Rússia aprova lei contra ‘propaganda homossexual’

O Parlamento da Rússia aprovou nesta sexta-feira,25, em primeira leitura, o projeto de lei que proíbe a chamada “propaganda da homossexualidade”, que limita atos públicos e manifestações dos gays.

A proposta foi aprovada com 388 votos a favor, um contra e uma abstenção. O projeto de lei ainda passará pela Câmara alta do Parlamento antes de ser enviado à sanção de Putin.

Caso aprovada, permitirá a cobrança de multas de até 50 mil rublos (R$ 3.379) por manifestações, atos de campanha e ativismo pelo fim da discriminação de homossexuais.

Durante o debate no Parlamento, o deputado do governista Rússia Unida Serguei Dorofeyev disse que era preciso proteger crianças e adolescentes do que chamou de “consequências da homossexualidade”.

A deputada Elena Mizulina, do Rússia Justa, considerou que a exposição das crianças demonstrações afetivas com pessoas do mesmo sexo “limitam o direito dos menores a se desenvolverem livremente”.

Os homossexuais sofrem forte discriminação na Rússia, um dos países mais homofóbicos da Europa. Até 1993, ter relações com pessoas do mesmo sexo era crime e até 1999 era considerado uma doença mental.

Em matéria da manhã desta sexta, a BBC Brasil informa que “deputados da região da cidade de Novosibirsk (centro-sul do país), afirmaram que a lei visa ”proibir a propaganda intencional e a disseminação indiscriminada de informações que poderiam prejudicar a saúde, o desenvolvimento moral e espiritual de menores, ao promover uma visão distorcida da equivalência entre relações sexuais tradicionais e as não tradicionais”.

Segundo ainda a BBC Brasil, desde 2006, autoridades de Moscou, a capital do país, proíbem a realização da Parada Gay da cidade. No ano passado, a Suprema Corte do país proibiu a realização de paradas gays em Moscou por cem anos.

Durante uma apresentação realizada em São Petersburgo, no ano passado, a cantora Lady Gaga condenou as medidas antigays adotadas em diversas partes da Rússia, entre elas na própria cidade.

Na ocasião, o deputado Vitaly Milonov, que criou o projeto de lei adotado em São Petersburgo, chegou a pedir a prisão de Lady Gaga e exigir que os shows da cantora na Rússia fossem proibidos para menores de 18 anos. Milonov pertence ao partido Rússia Unida – o mesmo do presidente Vladimir Putin.

As leis antigays contam com o apoio da Igreja Ortodoxa russa, e casos de homofobia e agressões contra gays são constantes na Rússia.

No início da semana, ativistas gays promoveram um ”beijaço” diante da Duma, mas foram atacados por manifestantes conservadores, muitos dos quais se definiam como conservadores religiosos que arrancaram os cartazes que eles ostentavam, jogaram ovos contra os ativistas e chegaram a trocar socos com alguns deles. A polícia interveio e levou presos 20 manifestantes gays.

‘Doença ou trauma’

Em 2010, uma pesquisa de opinião publicada realizada pelo instituto Levada Center, da Rússia, mostrou que 67% dos russos consideravam a homossexualidade ”moralmente inaceitável e condenável” e que cerca de 50% eram contra manifestações de gays e casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Aproximadamente 25% acreditam que ser gay é resultado de ”uma doença ou um trauma psicológico”. Apenas 11% dos entrevistados disseram acreditar que cada um tem o direito de definir sua própria orientação sexual.

A jornalista e ativista gay Elena Kostyuchenko disse que a lei ”não define o que é ‘propaganda gay’, e que as razões para isso são claras, porque não existe algo que possa ser chamado de ‘propaganda gay”’.

”Dessa forma, qualquer informação que for considerada, como está nos termos da lei, uma forma de ‘equivaler valores tradicionais com relações maritais pouco ortodoxas’ pode ser considerada ‘propaganda gay”’, acrescentou Kostyuchenko.

Em 2010, uma sondagem realizada pelo instituto de pesquisas russo Levada Center avaliou que 74% dos russos acreditavam que gays e lésbicas eram ou ”moralmente errados” ou tinham ”problemas psicológicos”. E apenas 11% acreditavam que eles tinham o direito à sua própria orientação sexual.

O projeto que está sendo discutido na Duma passará por três audiências até ser referendado pela Câmara Baixa. Em seguida, ele será enviado ao presidente Vladimir Putin, que poderá sancioná-lo.

Na opinião de Pavel Bandakov, do serviço russo da BBC, é bem provável que a lei seja aprovada, ”dado o quadro de conservadorismo e homofobia que o país vive”.

Fontes: Folha de São Paulo e BBC Brasil