Análise do Blog -Esta matéria gera uma missão para o senador rondoniense que é membro do poderoso politburo PTMDB que comanda Brasília, ou seja, a dupla de partido de raiz desigual e frutos cada dia mais semelhantes que são PT e PMDB, ao mesmo tempo donos e reféns do governo da dona Nula, Dilma Russef.
E trata-se do óbvio: Propor uma lei simples que beneficie o país, o Estado do atual presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, que é dar a Guajará Mirim, cidade limite com a Bolívia e que já é um tipo especial de Zona Franca, o direito de ser isso que os brasileiros estão fazendo que é criar uma zona onde os empresários de visão possam produzir alguns produtos com custos iguais aos da China, que está entupida de dólares por nos vender sem impostos que beneficiem diretamente seu povo.
Se nossos parlamentares vivessem para a vanguarda do país e não para atender diariamente empreiteiros e PPAs de lobistas, o abuso da China já seria coisa do passado, mas… Nos últimos três anos, empreendedores brasileiros estão levando para o Paraguay  riquezas que poderiam ficar aqui, mas parece que os donos do Brasil não  percebem. Manaus é um oásis de incentivos e como tal, por que não criarmos uma legislação que permita a Guajará-Mirim ter isenções que evitem a migração de dinheiro e empregos para um país tão vizinho?
Aliás, os rondonienses já viveram esta burrice anos atrás. No início do boom econômico do garimpo, entre 83 e 89, quando as classes média alta e rica de Rondônia eram freguesas assíduas de Guajara-Mirim na Bolívia, onde deixavam semanalmente milhares de dólares, mesmo pernoitando no lado brasileiro. Ou seja, levávamos para os irmãos de outra nacionalidade renda que poderia enriquecer nossos próprios conterrâneos. Mas por que não podíamos fazer isso? Porque a burra lei da nacional (Receita Federal), considerava traficante quem trouxesse os produtos e bugigangas japoneses e norte americanas que tanto nos atraíam.  Assim, a nossa Guajará continuou pobre e a boliviana que era igual a Machadinho ficou maior que Ji-paraná.
O que ocorre agora com o Paraguay deveria motivar o senador, homem dinâmico e de visão aguda, a  resolver isso propondo no Congresso uma lei específica para incrementar indústrias que gerem emprego a uma região tão abandonada. Decisão que pode, inclusive, ser feita em conjunto com a cidade irmã, chará e vizinha, cujo país é dominado por um ditadorzinho de proveta que atende muito passivamente os petralhas do palácio do planalto, pois afinidades socialistas infelizmente lhes são muito comuns.
Mãos à obra Raupp. Vamos sair do mais do mesmo e fazer mais do novo. Foi por acreditar nisso que um dia joguei minha vida no projeto de fazê-lo governador.  E se nisso alguns gananciosos não lhe permitiram pleno sucesso, como parlamentar isso já é inegável, mas além das corriqueiras emendas que todo parlamentar federal tem direito normal mas canta e decanta como louro, o povo de Rondônia que tanto lhe deu espera e merece mais.
A MATÉRIA