Análise do Blog – Como é difícil para um vereador mostrar serviço na atual realidade do país. São tão inúteis que quanto mais eles tentam mostrar algum serviço, mais a inutilidade salta à vista de todos. Esse malfadado formato de vereança que a Constituição atual nos legou, serve apenas aos interesses dos prefeitos que ao contrário de servir à causa pública querem uma quadrilha de baba ovos ou de corruptos, ou pior, desses dois tipos, para lhe ajudar a se locupletar.

Quer uma prova? Faz um ano que o MPE acompanha as marmeladas petralhistas que encerraram antes da hora o mandato do prefeito atual de PVH. Mesmo com tanta gente falando sem papas na língua sobre tantas corrupas nesta gestão, excetuando o Hermínio, exceção rara nesse campo, nenhum outro vereador viu nada? Nunca soube de nada errado?

Câmara de vereador nos países do primeiro mundo são compostas por senhores e senhoras que, democraticamente convocadas ou por livre e espontânea vontade, se oferecem para ajudar a pensar o presente e o futuro da cidade (município) onde moram, porque ali tem seu patrimônio, suas famílias, e querem o bem de todos.  E claro, nesse mister incluso está fiscalizar o prefeito, seus caixinhas de sim e os investimentos públicos.

Quando chegaremos a este nível? Ou melhor, quando voltaremos a este nível?… porque nos anos 60 eram assim as Câmaras de Vereadores desse nosso Brasil que adora piorar o que era bom e certo. Será por que? Ou por quanto?

A Notícia – Emerson Castro sanciona Lei de autoria do vereador Sid Orleans 

O Prefeito em exercício Emerson Castrosancionou nesta terça-feira,11, aLei nº 2.029 de 06 de dezembro de 2012, de autoria do vereador Sid Orleans (PT). A lei regulamente a comercialização de bebidas no Mercado Cultural Manoel Costa Mendonça, no centro de Porto Velho.

O Mercado Cultural de Porto Velho, antigamente chamado de Mercado Central, sofreu um incêndio na década de 1960, hoje o prédio erguido no lugar, um pouco menor, pois o antigo ocupava inclusive a área do conhecido Edifício Rio Madeira, suporta eventos culturais, serestas, comemorações, entre outros. O local também recepciona pessoas de vários costumes, culturas, religiões e gostos.

De acordo com a Lei orgânica do município ninguém poderia comercializar bebidas no Mercado Cultural. Com isso, comerciantes antigos e tradicionais do local, inclusive frequentadores, pediram auxilio do vereador, que após ouvir suas reivindicações deu inicio na lei para regulamentar essa comercialização.

“O comercio naquele local é histórico e cultural. Depois da reforma e de algumas modificações é que a venda de bebidas ficou de encontro à lei orgânica do município. Essa lei, sancionada nesta terça-feira, veio dar amparo legal para os comerciantes que sempre trabalharam naquele local e também para a população que frequenta o Mercado Cultural”, disse o vereador Sid Orleans.

Fonte: Gente de Opinião