­­O deputado negou que esteja trabalhando contra a reeleição do governador Confúcio Moura, seu colega de partido.

Em entrevista exclusiva ao Folha do Sul OnLine, site de Vilhena, o deputado federal Amir Lando (PMDB) negou que esteja trabalhando contra a reeleição do governador Confúcio Moura, seu colega de partido. A despeito de matérias publicadas na imprensa da capital, dando conta de que ele teria se juntado ao senador Valdir Raupp para torpedear as pretensões de Confúcio, Amir explicou: “Quem falou que não iria disputar a reeleição foi o próprio governador. Eu só fiz um comentário sobre as declarações dele”.

Lando disse que, nos últimos dias, tem notado que Confúcio parece mais disposto a lutar pela reeleição, mas alerta: “Se quiser mesmo buscar um segundo mandato, ele vai ter que melhorar seu desempenho”, aconselhou, acrescentando que, caso o colega de legenda resolva mesmo ir às urnas para se manter no cargo, apoiará seu nome. “Não pense que isso é uma crítica. Eu disse a mesma coisa ao próprio governador, e pessoalmente!”

Em relação a si mesmo, o peemedebista disse que, embora esteja em condições eleitorais de concorrer ao Senado, onde já esteve por duas vezes, deve mesmo ir para a reeleição no ano que vem. “Devemos fazer uma composição com outros partidos e, portanto, a única vaga para senador deverá ser ocupado por aliados”, avalia. – Fonte: Folha do Sul OnLine

ConfúcioBlogdoCléo: Confúcio melhorar Amir?… Impossível. Ele tem distúrbios gravíssimos ou sequelas insanáveis entre a psique, o caráter e a personalidade. Explico, mesmo tentando ser o mais objetivo possível, com fatos da própria história recente de seu governo.

Comecemos relembrando sua declaração de que jamais brigou na infância e também nunca atirou ou prendeu alguém(*1) quando serviu como PM em Goiás. Doze anos na polícia e nunca prender nenhum bandido ou criminoso e orgulho por essa “paz” leva a uma dedução óbvia: como cidadão ele seguramente também jamais brigou com alguém. E aí mora o problema.

A MATÉRIA –  Para Amir governador tem de melhorar para ser reeleito e para este blog Confúcio é incompetente, falso e dissimulado

A psicologia explica ser esse o tipo que tudo faz para nunca gerar contendas. Posa sempre de bonzinho, dócil, suave, zen…  capaz de manter um sorriso blasé diante de qualquer cenário ou situação, até mesmo quando o repórter lhe afirma que no hospital sob sua responsabilidade pacientes estão convivendo com mosquitos e larvas na própria boca. (Nesse caso isso não é ilação, é história). A esse tipo, normalmente se vê externamente uma pessoa pusilânime e dissimulada. Vive intimamente premeditado para bloquear o ataque e até a presunção de que seja o que de verdade é. Da tibieza à desonestidade, do amigo ou inimigo que é, tudo faz para não ser percebido na sua realidade.

Erasmo Garanhão, grande secretário de fazenda, dizia ter muitos inimigos porque tinha opinião. Confúcio jamais! Não passa de um líder de uma nota só: SIM. Só diz sim para todos. O não gera atrito – ele sabe – e por isso o evita, em todo encontro. Foge da celeuma como o diabo foge da cruz.  Em resumo, Confúcio não tem estatura para o cargo; o deputado  Hermínio já o disse(*2), é um frouxo. Só tem adversários porque a lei federal (Camata) não permite nomear (e calar todo mundo), e todo empresário recebe seu sim mesmo que jamais venha a consiguir fornecer – e se conseguir, receber – do seu governo.

O seu secretariado, salvo exceções, é outro atestado deste triste perfil. Jamais nomeia líderes ou pessoas capazes de discordar, debater e comandar. E por isso mesmo nomeou – como jamais um governador do estado o fez – tantos homossexuais publicamente conhecidos. É que comandar pessoas emotivas ou que sofrem preconceitos é mais fácil para quem abomina a franqueza e a discussão técnica ou intelectual.

E sem questionar a competência da profissional, mas declarar a débil personalidade do chefe, pela primeira vez a pessoa nomeada e que mais anda, viaja e dorme no mesmo local que o governador não é um – mas uma militar. É que um PM pode – como Confúcio – até não dar nenhum tiro e não prender ninguém, mas deve obedecer sem contestar. Essa subserviência, ainda que funcional, é o deleite dos fracos e dos falsos democratas.

Mas como o poder é luta real permanente pelo poder, a gestão confunciana foi transformada nesse ninho de Guaxo que além do bi do BNDES torrou e gerou dívida de outros 500 milhões (meio bilhão), até agora. E mais, pelos orçamentos se vê o quanto os poderes de Justiça e fiscalização ampliaram seus orçamentos. À boca miúda os seus cortesãos contam de bar em bar que esse é o preço que a elite local cobrou para deixar soltos seus parentes. E as dezenas de figuras que vieram de Ariquemes fazem coro noutro fato: os 6 anos de gestão em Ariquemes só não foram fracasso total porque Gilvan Ramos, o atual Sefin,  e seu vice prefeito Márcio Raposo, assumiram tudo. Mantiveram Confúcio em seu colorido caleidoscópio, cujas paradas muito raramente foram o gabinete municipal, mas sim, a sua fazenda e audiências em Brasília.

Nosso governador está para a sociedade como essa geração de adolescentes de idade adulta – inseguros e frágeis. Pessoas, hoje tão comuns, que não suportam críticas, correção nem a franqueza dos chefes. Dependem de fugas que compensam com livros de auto-ajuda/ bebidas/drogas/ comprimidos/academias, berros de auto-pastores e/ou filosofias esotéricas… e no caso de dele, um aspecto mais sutil como convém aos farsantes: devaneios poéticos, utópicos, tudo sempre “maravilhoso” – porque o oposto é problema, relia, questionamento, polêmica, embate – situações para ele insuportáveis.

E se seu governo faliu com a Termópolis há uma pergunta que não quer calar: Por que a 3ª etapa dessa Operação – há um ano prometida em toda a mídia –   não estoura, não acontece? Se as fitas salvaram Cassol, o governo de Confúcio está tendo sobrevida somente porque o esquema petralha precisa fortalecer seus cabos eleitorais estaduais, no caso os governadores, como a pesquisinha mal feita da CNI (comentada no Releitura do Programa Mais Rondônia, da RedeTV!) ,plantada para criar uma superior ou falsa aprovação.

Isso dá fôlego mas mentiras viram tiro no pé. Como exemplo estão aí dois hospitais lançados com pompa em 2 anos em Porto Velho. Um, na Rua Venezuela ao lado da Maternidade, nem sua pedra fundamental lançada se vê porque o mato cobriu. O outro, no máximo, vão fazer buracos e levantar colunas até o dia da eleição – puro engano pois não há grana e ponto final. Quem viver verá.

Falsete pela cara de bonzinho e a mão de gato como a história ainda vai revelar – certo Hermínio? Certo Bianco? – o raquítico governo CM só tem para mostrar, semanalmente,  apenas um locutor berrando como nos rodeios, em eventos semanais nas cidades onde obra com dinheiro do BNDES atrai somente nomeados do governo e prefeituras. Dinheiro que teremos de pagar durante décadas (meio bi para o Pedise e meio bi para o Proinvest/asfalto), além de uma dívida incalculável no custeio do estado.

Tchau Confúcio. Votei em você porque ao eleitor cabe escolher – senão o melhor, o menos pior – no caso, Cahúla. Depois, por 3 anos torci, ajudei e esperei que a expectativa da maioria se confirmasse. Mas chega. Se quem entende de política não se manifestar, o mal prevalece, principalmente quando se trata de um governador que mesmo sendo médico não tem dó do povo sem exames de saúde e torra milhões com auto promoção publicitária às custas do estado. Como cidadão já clamei às principais lideranças do estado para que ajam contra, criem alternativa, e não permitam a continuidade de um governador inconsequente que já nem dorme tentando nos impor a sua ganância com o costumeiro apoio dos petralhas federais, grupos unidos por saberem que despejados do poder a Papuda e o Urso Branco serão pequenos para tantos companheiros.

E como marqueteiro que por idealismo já o ajudou produzindo gratuitamente seus vídeos na primeira eleição em 94 – para Deputado Federal – e em 2004, também de graça, o salvou da derrota para Daniela Amorim, bem como desde o início desse governo o ajudei, sugeri e atendi no que me foi pedido, igualmente sem custos, apenas porque gosto de servir, quero o bem de todos e do meu estado, bem como não sei ser omisso conforme meus 29 anos aqui e este próprio artigo demonstram.

Se como marketeiro sempre escolho os melhores candidatos para atender, como cidadão apoio os que acredito serem melhores e escolho dificultar a intenção dos que acredito não serem convenientes para a vida pública ou o cargo pleiteado. E aqui se enquadra seu governo, macro negação da boa gestão, na verdade, a história vai provar, ele é uma traça, um caruncho, uma imensa metástase moral e administrativa. Por isso, a partir de agora, por minha conta e risco, como sempre, rezo (e falo e escrevo) para que em 2014 o Estado tenha alguém melhor para votarmos que um menos ruim como foi o seu caso em 2010. Se eu perder, perdi. Não vivo de ganhar eleições, mas de não ser omisso, interesseiro ou baba ovo que para se beneficiar sujeita-se a apoiar quem já sabe que fará mal à comunidade onde vive. Este é o dever mínimo de todo eleitor sensato e independente que tem aqui 3 filhos e 8 netos.

Por mim, simples eleitor rondoniense há 28 anos, tchau governador, chega. Para tanta alopração quatro anos tá bom. Rondônia merece mais, bem mais. Merece uma personalidade altiva e firme.

E tendo sido a opinião do deputado federal  Amir Lando a base para este artigo, encerro sugerindo a este nobre deputado que salve Rondônia desse desastre já provado e re-anunciado pelo PMDB, lançando ele o próprio nome para o governo. Rondônia estará mil vezes sob melhor comando com Amir – poderia ser o início de uma RO bem falada! – que sob esse pobre cidadão de família publicamente tão complicada quanto seu eu revela e seu sorriso amarelo tanto tempo escondeu.