Ivo Cassol voltou ao Senado um dia antes da prisão da tropa que seu governo licitou e entupiu de dinheiro imoral e ilegal.

    Mas 2012 será o ano de passar esta triste figura a limpo, diversos processos etão em fase final para revelar sua gula, incompetência e corrupção.Mas por qual motivo ele afinal pediu licença? Por um fato raro naquela casa: a sua fala analfabeta, seu linguajar capiau e cheio de palavras em desuso, as quais vão contra os prinípios e a tradição da Câmara Alta do país.
    Este estilo que superou todos os casos parecidos, quando tais parlamentares evitavam se pronunciar na tribuna, causava constrangimentos aos senadores que vivem em elevada confraria, mas evitavam ficar no plenário quando ele ia falar.
     Quem quiser conferir é só entrar na  TV Senado e ver seus discursos, estão todos lá. E ontem não foi diferente, quando ele, o senador que está solto porque o STJ dorme em cima do processo da JK e outros, abriu sua verborréia insana para fazer críticas ao governador Confúcio Moura, sugerindo envolvimento do Executivo rondoniense nas falcatruas levantadas pela Operação Termópilas, da Polícia Federal.
    A ação da Polícia Federal, desencadeada na última sexta-feira, apesar de ter nascido em seu governo e com sua tropa, ele habilmente usou como munição para fazer a única coisa que sabe fazer desde o ano passado: campanha para voltar ao governo do Estado de Rondônia em 2014.

Segundo a “rádio corredor” do Congresso, comentários ocorreram no Plenário, entre jornalistas, servidores e muitos parlamentares, que consideram que ainda não caiu a ficha do Cassol sobre a verdadeira função de um senador da República, que é tratar de assuntos de cunho nacional, e não ficar de picuinha com o seu sucessor, numa tentativa clara de e deselante para a Casa, além de apelativa, visando pavimentar seu caminho para o Palácio Presidente Vargas em 2014.

E o mais interessante é que no afã de fazer campanha política fora de época (como fez na semana passada, quando montou uma cadeia de rádio para atacar Confúcio Moura) o ex-governador ficou criticando seu protegido pupilo, Valter Araújo, que está neste momento encarcerado na PF por formação de quadrilha e mais uma lista extensa de acusações.

O pai suplente, Reditário Cassol, mesmo com declarações bobas ou polêmicas levantou discussões sobre temas de efeito nacional e não ficou focado em campanha política antecipada. Mas se o pai é fraco como senador, o filho é uma desonra para o Estado. Uma  nódoa igual a Ernandes Amorim, Matusalém, Sartori e Mário Calixto. Quem é pior? Só na porrinha ou no bingo pra se ter uma resposta justa.