Defensor Geral proíbe funcionárias de usar mini-saias e tomara que caia

Análise do Blog – As mulheres atuais mostram bundas, seios, pernas e calcinhas como se isso lhes garantissem a capa da playboy ou o esposo maravilhoso por toda a vida. Na prática porém, ao contrário de conquistarem o príncipe encantado, o pai ideal de seus filhos ea segurança familiar para sempre, conseguem, via de regra, apenas um filho de peão torcedor flamenguista/corintiano,etc… pra mamãezinha dela criar.

Querem despertar olhares libidinosos ao custo de se exporem como carne de açougue, visto que umas mostram o filé, outras a paleta ou o mocotó. Despertar o olhar dos homens ainda seria positivo, mesmo por métodos tão fugazes e rasteiros, se comparados à realidade explicitada por estudiosos dos costumes contemporâneos.

Segundo estes entendidos, a cultura comunistóide predominante continua emburrecendo as moçoilas e as fazem expor o corpo como se fossem uma vitrine ambulante, quase nunca para ser admirada ou reconhecida pelos machos, mas para competir com as colegas, ou seja, a que acha que tem perna mais bonita usa só um palmo de saia; a que acredita no seu peito só não mostra o bico; e a que não tem barriga esnoba na cintura as pobres coleguinhas mais recheadas. Nas quem cria estas modas? Basicamente homossexuais que ao mesmo tempo invejam e odeiam as mulheres que com eles competem com larga vantagem perantes os homens normais.

Por estas e tantas outras razões, o certo é que vivemos num tempo de promiscuidade visual e real. Até no trabalho. A mulher não está se medindo pelo seu interior (caráter, personalidade, cultura, ideais e família) mas pela aparência física – como os homens menos maduros. Razão porque as relações são tão efêmeras e as ações de divórcio duram mais que os amigamentos.

O decreto abaixo é uma boa sirene nesse costume pagão. E a fala gravada em vídeo é também um bom estímulo às autoridades que estejam pensando mais no futuro da sociedade, nas famílias, nos filhos e em Deus do que no próximo motel. Assistam e – tendo tempo e querendo o melhor para sua mente, família e futuro – leia o texto postado no final, após a matéria, sob o título “FEMINISTAS ANTIFEMININAS”,  uma peça ontológica para mulheres, mães e todos que amam a si e a Deus com sinceridade!

A MATÉRIA E O CONFIRA O DECRETO

O defensor público geral de Rondônia, José Francisco Cândido, assinou decreto regulando o uso de roupas pelos servidores daquele órgão.

Publicado no Diário Oficial do dia 28 de dezembro, o decreto , que entrou em vigor neste segunda-feira,02, proíbe a todos os servidores ou funcionários da Defensoria o uso dos seguintes trajes: mini-saias, tomara que caia e roupas frente única, sem alça ou “excessivamente decotada”, entre outras vestimentas.

ORDEM DE SERVIÇO N. 004/2011-GAB
O DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DO ESTADO
DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições lhe
conferidas pela Lei Complementar n. 117/94; e,
R E S O L V E:
1) A partir de 02.01.2012, proibir, terminantemente, a todos os servidores ou funcionários da
Defensoria Pública o uso dos seguintes trajes, dentro do prédio e onde funcionam órgãos da Justiça
do Estado, em quaisquer horários: mini-saias, bermudas, shorts,tomara que caia,camisetas cavadas,
roupas frente única, sem alça ou excessivamente decotada.
Publique-se, Registre-se e Cumpra-se.
JOSÉ FRANCISCO CÂNDIDO
Defensor Público-Geral do Estado

Manifestação feminista

Gregorio Vivanco Lopes

A pretexto de igualdade, há quem procure arrancar da mulher seu caráter feminino. Refiro-me ao movimento feminista, o qual poderia mais bem se chamar antifeminino.

O papel da mulher na sociedade é altamente respeitável. Esse respeito era evidenciado, algum tempo atrás, até nos pequenos detalhes da vida quotidiana: fazer com que passassem à frente nas portas, oferecer-lhes os melhores lugares nos transportes coletivos, etc.
As moças solteiras eram especialmente protegidas por seus pais; as casadas, tratadas com delicadeza por seus maridos; as mães, veneradas por seus filhos; as anciãs, tidas quase como sagradas na família.
Contra tudo isso investiu a revolução feminista. Buscou arrancar da mulher sua delicadeza, lançando-a abruptamente nas situações mais ásperas da vida; fez com que seu exterior, marcado pelo recato e pela modéstia, fosse substituído por modos toscos que beiram não raro a grosseria; trocou sua singela pureza e seu pudor sensível por exibicionismos e “liberdades”, antes só encontradiços em certos bairros ou ambientes de má fama; a beleza e o colorido de suas vestes foram substituídos por trajes masculinizados ou imorais; a graça feminina, dom eminentemente do espírito, pela sensualidade transbordante.
Felizmente muitas mulheres têm sabido resistir a essa pressão — que a mídia e a moda propagam de todos os modos — e mantêm íntegras suas qualidades femininas. Outras talvez se deixem coagir num ou outro ponto e resistam nos demais. Haverá as que naufraguem nas ondas do feminismo.

O certo é que a revolução feminista atua globalmente nessa direção e visa a arrancar das mulheres suas características próprias e inconfundíveis. Isso vai tão longe que já começa a produzir reações.
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Vestes femininas no início do século XX

O importante diário madrilense“El País” (8-10-11) publica reportagem intitulada “Uma crise hiper-feminina — Nesta temporada volta a mulher-mulher”. Trata da retomada de adereços e maquilagens femininos que haviam caído em desuso. Não é o caso aqui de especificar quais sejam esses enfeites. O que nos importa constatar é o caráter reivindicatório desse retorno:“Reivindica-se a feminilidade […] ou seja, volta o eterno feminino”.
Depõe a respeito Víctor del Río, escritor e professor de Teoria da Estética na Universidade de Salamanca: “A crítica a este estereótipo [feminino] tem sido contundente durante décadas. O feminismo lutou contra a estética tradicional nos anos sessenta e setenta. Seu discurso era político”.
“Mas agora — comenta a reportagem — definitivamente, a referência volta a ser a ‘mulher-mulher’.”
Para o escritor Oscar Scopa, “se em anos anteriores apostou-se na mescla de gêneros, agora se volta ao tradicional”.
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É também ilustrativo o depoimento da escritora e jornalista Danuza Leão, no artigo“Falando de igualdade” (“Folha de S. Paulo”, 16-10-11).
“Dilma deverá escolher entre quatro nomes cotados para o cargo [ministro do STF]. Nenhum homem faz parte da lista. Muito bonito dar força às mulheres, nomeá-las para cargos importantes, mostrar ao mundo que o Brasil acredita na igualdade dos sexos etc. e tal; mas menos, presidente, menos. Não é possível que no país inteiro só existam quatro pessoas com capacidade para exercer o cargo de juiz do STF, e que as quatro sejam mulheres.


“Quantas ministras temos no governo? São nove ou dez, fora as que exercem altos postos na administração. Será que não chega? […] Não adianta existir uma lei obrigando os partidos a terem 20% de candidatos do sexo feminino; se poucas se candidatam a cargos eletivos, é porque não querem, elas têm esse direito […] Essa história de fazer discursos sobre as conquistas femininas ficou velha […] Modernize-se, presidente”.

Modelo por excelência para o sexo feminino é Maria Santíssima, a “bendita entre todas as mulheres”.